MEMÓRIA

Cada vez mais o Poder Público vem se preocupando com a guarda de seus documentos históricos e a preservação da memória institucional de seus órgãos e entidades.
No âmbito da Justiça Federal não é diferente.

O art. 8º da Resolução nº 23/2008 do Conselho da Justiça Federal preconiza que “os documentos classificados como de guarda permanente constituem o fundo arquivístico histórico da Justiça Federal e devem ser guardados e disponibilizados para consulta de modo a não colocar em risco sua adequada preservação”.

Já o art. 3º, V, da Resolução nº 18/2011, do TRF da 2ª Região, considera requisito essencial da Gestão Documental da Justiça Federal “a avaliação documental orientada para a preservação das informações indispensáveis à administração das instituições da Justiça Federal e essenciais à memória nacional (…)”.

A Justiça Federal do Espírito Santo vem empreendendo todos os esforços no sentido de selecionar, classificar e guardar adequadamente documentos históricos.

Outra iniciativa importante foi o lançamento, em 2014, do livro “Memória Institucional da Seção Judiciária do Espírito Santo”, organizado pelo juiz federal Ronald Krüger.

Incentivado pelo então diretor do foro, juiz federal Fernando Cesar Baptista de Mattos, o magistrado compilou dados importantes do desenvolvimento da Seção Judiciária ao longo dos anos, desde a sua recriação e início de funcionamento, nos idos de 1967. O projeto visou também a adquirir informações sobre a primeira etapa de existência da Justiça Federal no Estado (1891-1937), da qual a Seccional não dispunha de nenhum material.

Em 2017 foi lançada a segunda edição da obra, em versão digital e atualizada.


Memória Institucional da Seção Judiciária do Espírito Santo


Centro de Memória

Em 21 de setembro de 2017, dentro das comemorações pelos 50 anos da Justiça Federal no Espírito Santo, foi inaugurado o Centro de Memória da Seção Judiciária.

Localizado no térreo da sede da JF, na capital, o espaço preserva e expõe materiais, equipamentos, mobiliários e vestimentas antigas.

Em destaque, a toga do então juiz federal Romário Rangel, primeiro juiz federal da Seccional pós reinstalação, e que hoje dá nome ao fórum que abriga a sede do órgão em Vitória.

 


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